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Arquiteta transforma cômodo de casa em ateliê para produzir adereços; conheça o outro lado do Carnaval

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Com a ajuda da mãe, ela cria e reinventa acessórios com muito brilho, flores, paetês, plumas, penas e miçangas. O que começou como um hobby, agora atrai clientes fiéis e listas de encomendas.

Brincos feitos e vendidos por Fernanda em seu ateliê — Foto: Emily Costa/g1 RO

🎊🎀🎉 Essa reportagem faz parte da série ‘O outro lado do carnaval‘ do g1 RO, que conta a história de pessoas que trabalham no período carnavalesco. Enquanto alguns se entregam à folia, outros estão ocupados garantindo o seu sustento ou uma grana extra.

Coroas especiais 👸

Ferô, como é conhecida, conta que tudo começou em 2017, quando procurou acessórios diferentes para usar no carnaval, mas não encontrou na cidade.

Ela decidiu confeccionar suas próprias peças: uma tiara de coroa feita com conchas e outra com flores, inspirada nos famosos adereços da cantora Carmen Miranda.

“Como eu sou arquiteta isso me ajudou e ajuda muito. Eu consigo pensar em umas ideias diferentes e colocar em prática”, explica.

Primeiras criações de Fernanda para o carnaval em 2017 — Foto: Ferô/Arquivo

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Suas amigas se interessaram e encomendaram acessórios também. Com o sucesso, a arquiteta criou uma página nas redes sociais chamada ‘Artes da Ferô‘ e transformou um cômodo pouco utilizado em sua casa no seu ateliê.

Fernanda começou as confecções para o carnaval em 2017 — Foto: Júnior Párraga/Rede Amazônica

Brilho, paetê e penas 🎊

No ano seguinte, Ferô já estava recebendo diversas encomendas, o que a motivou a confeccionar acessórios a pronta-entrega.

Atualmente, ela inicia a criação das peças para o carnaval do próximo ano entre setembro e outubro do ano anterior.

Tiaras e acessórios a pronta-entrega no ateliê de Fernanda — Foto: Emily Costa/g1 RO

Ela conta que a parte mais desafiadora é alinhar o trabalho no serviço público com as demandas do ateliê, isso porque, após o término de seu expediente, dedica o restante do dia à confecção de acessórios e ao atendimento de clientes.

“A gente começa a produzir com bastante antecedência, pois além das peças em si, precisamos pesquisar as tendências e os acessórios mais procurados. Sempre deixamos um bom estoque disponível para aqueles que preferem vim aqui e escolher”, explica.

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Acessórios feitos por Fernanda e sua mãe disponíveis para venda no ateliê — Foto: Júnior Párraga/Rede Amazônica

Trabalho em família 👩‍👧

Fernanda e sua mãe trabalham juntas no ateliê. A mãe fica responsável pela costura e a arquiteta pelas demais confecções, como brincos, colares, cintos, passadeiras e saias de fitas. As principais encomendas incluem tiaras e plaquinhas com frases.

Há alguns acessórios também que exigem mais tempo de preparo. Este ano, Fernanda teve que aprender a criar alguns itens do zero, através de tutoriais on-line, como o porta-isqueiro feito de miçangas.

Porta-isqueiro de miçangas feito de forma manual — Foto: Júnior Párraga/Rede Amazônica

Renda extra 💸

Ferô conta que, como o ateliê só funciona durante o período do carnaval, ela consegue garantir uma renda extra nessa época. A arquiteta ainda revela que as vendas começam a dá mais retorno perto dos dias de blocos, já que “os brasileiros sempre deixam para a última hora”.

“A demanda maior é quando os eventos vão se aproximando, principalmente no dia dos bloquinhos de rua”, conta.

Atendimento no ateliê de Fernanda — Foto: Júnior Párraga/ Rede Amazônica

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As compras de materiais, como flores, paetês e fitas, são feitas fora do estado devido a disponibilidade e a qualidade dos produtos, mas, na falta de estoque de algum material específico, ela recorre às lojas da cidade.

Embora atenda pela internet, a maioria dos clientes preferem ir até o ateliê. Além disso, como ela atende no horário dos blocos de rua, assim que fecha a loja, também aproveita para curtir a folia.

Compras de materiais são feitos fora do estado devido à disponibilidade e à qualidade dos produtos — Foto: Emily Costa/g1 RO

Colaboração de Júnior Párraga (Rede Amazônica) e Márcia Chaves (Amazon Sat).

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