Na manhã de sábado, 17 de maio, centenas de veículos participaram de uma carreata pelas ruas de Cacoal em protesto pela morte de Anderson Graneto, um vendedor local de 36 anos, assassinado em Machadinho do Oeste (RO). Anderson foi brutalmente morto na última quarta-feira, 14 de maio, após realizar uma cobrança de mercadorias, possivelmente para uma mulher envolvida com facções criminosas.
A carreata teve início em frente à Loja Havan, percorrendo as avenidas Porto Velho e Sete de Setembro, até chegar à Delegacia de Polícia Civil de Cacoal, onde os manifestantes pediram justiça. O movimento foi acompanhado por amigos, familiares e colegas de trabalho de Anderson, que exigiram uma resposta rápida das autoridades sobre o homicídio e a segurança de vendedores e trabalhadores da região.
No domingo, 18 de maio, uma nova carreata partiu de Porto Velho (RO), com o objetivo de sensibilizar as autoridades estaduais para o caso, que tem gerado grande comoção em todo o estado de Rondônia.
"Queremos justiça pela morte de Anderson Graneto!" – esses foram os gritos ecoados durante a carreata, reforçando a indignação da comunidade cacoalense. Um dos participantes, que preferiu não se identificar, afirmou que a manifestação tinha como principal objetivo pedir justiça para a família de Anderson. "Sua vida não pode ser esquecida. Queremos segurança e respeito para todos os vendedores que se arriscam todos os dias", declarou.
A revolta também foi expressada por uma jovem, filha de um vendedor ambulante, que ressaltou o risco enfrentado por trabalhadores que atuam de forma independente. "A morte de Anderson Graneto é um reflexo da insegurança em que esses trabalhadores vivem. Que sua memória impulsione as autoridades a corrigir falhas de segurança e a garantir um ambiente mais seguro para todos", afirmou.
A luta pela prisão dos responsáveis pela morte de Anderson Graneto continua forte. Familiares do vendedor também participaram da manifestação, destacando que não vão descansar até que os criminosos sejam punidos. "Não vamos nos calar! A morte de Anderson exige ação das forças de segurança e do Ministério Público de Rondônia", afirmaram.
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