Rondônia — A Justiça do Trabalho confirmou a demissão por justa causa de uma funcionária flagrada apostando no polêmico “Jogo do Tigrinho” durante o horário de expediente. O caso, que ocorreu em uma empresa no estado de Rondônia, teve grande repercussão após a recusa do juiz em conceder verbas rescisórias completas, com base no uso indevido do celular e má conduta profissional.
De acordo com a decisão judicial, a empresa apresentou provas contundentes, como prints de mensagens enviadas pela própria vendedora, mostrando que ela apostava em jogos de azar durante o trabalho.
Justiça reconhece vínculo, mas nega direitos da demissão sem justa causa
No processo, a funcionária tentava reverter a demissão e obter verbas típicas da rescisão sem justa causa, como aviso prévio e multa do FGTS. No entanto, o juiz manteve a penalidade aplicada pela empresa, considerando o comportamento incompatível com a função e o ambiente profissional.
Para acompanhar mais Notícias de Cacoal como esta e ficar por dentro de tudo o que acontece na cidade, participe do nosso grupo oficial no WhatsApp.
Apesar disso, o magistrado reconheceu o vínculo empregatício e determinou o pagamento de diferenças salariais e regularização do FGTS, concedendo parcialmente o pedido da vendedora.
A decisão ainda é passível de recurso, mas reforça a seriedade com que o Judiciário tem tratado casos de uso inadequado de celular no ambiente de trabalho, especialmente quando envolvem jogos de azar.
Tags: Cacoal NEWS, Notícias de Cacoal, Cacoal notícias, demissão por justa causa, Jogo do Tigrinho, funcionária demitida por jogar, uso indevido de celular no trabalho, jogos de azar no expediente, decisão judicial Rondônia, direitos trabalhistas RO.